quinta-feira, 23 de julho de 2015

Cabelo: Comprido, Bob ou Long Bob?


Olá a todos!


O tema de hoje é: cabelo! Desde coloração, passando por champôs e máscaras e terminando com hairstyle
Primeiro ponto, por ser mais fácil para mim porque nunca pintei o cabelo! Vejo mulheres com madeixas e nuances super giras ou até mesmo com coloração integral mas, eu nunca tive coragem. Creio que, no fundo, estou a guardar-me para uma altura de extrema necessidade, tipo... Quando tiver imensos cabelos brancos! Se bem que, já avistei por aqui um ou outro que consigo ainda esconder... Não consigo imaginar esta cabeleira castanha a ficar toda branca. Até posso vir a gostar da cor mas, prefiro mesmo que se mantenha assim. É uma questão de estética e segurança (talvez porque nunca me vi com outra cor) e pensando bem poupo na pintura, na manutenção e se calhar até no stress de ter cabelos brancos e de tudo o que, de uma forma geral, esse aparecimento pressupõe. Nem quando era miúda, fosse no carnaval ou noutras alturas festivas e de tontices, pintei o cabelo com aquelas latas de spray de várias cores... Bem, já na altura não aderia a tudo o que saía como tendência.
Segundo ponto, champôs e máscaras. Durante muito tempo usei Pantene para cabelos encaracolados. Fazia por norma um interregno com um H&S anti-caspa ou mesmo com um Elvive ou aquele do anúncio do sim sim sim!, o Herbal Essences. De há uns tempos para cá, como sugestão da cabeleireira da Body Concept onde a minha querida Mãe faz os seus tratamentos todos, experimentei o Schwarzkopf Professional da gama Oil Miracle e tenho me dado super bem. Uso dois tipos da mesma gama, e consigo notar diferenças entre eles. O cor de rosa deixa me o cabelo mais solto e é mais específico para o coro cabeludo. E o castanho é mesmo para o cabelo (para qualquer tipo de cabelo também), mas não fica tão solto no coro cabeludo. Cheiram os dois muito bem e são frescos. Não uso máscaras e nem condicionadores com frequência (máscaras por norma só no verão). Assim como, também não penteio o cabelo e quando o faço é logo à saída do banho (nesta altura sim, uso condicionadores). Não tinha por hábito cortá-lo com frequência, chegava a deixá-lo entre um a dois anos sem cortar (nem mesmo as pontas. tinha uma pancada com cabelo comprido) mas, agora tenho outra atenção. Basicamente, lavo (de dois em dois dias para evitar oleosidade e permitir que a raiz seque. No verão, com praia e piscina é impossível estar dois dias sem lavar), sacudo umas quantas vezes e estou pronta. Adoro andar com o cabelo arranjado, seja todo esticadinho ou com caracóis largos perfeitos, mas não consigo dedicar-me assim ao meu cabelo... Principalmente quando ando sempre atrasada e só tenho tempo de pegar no elástico-pulseira para fazer um monho quando não aguentar mais a "manta". O que nos leva ao terceiro ponto. Hoje em dia, canso-me com facilidade de ter o cabelo sempre igual, o que gosto mesmo (embora durante o processo me lamente dia sim dia sim) é de cortar o cabelo bem curto e depois deixá-lo crescer. Acho que o que aprecio mesmo é a fase do crescimento, o não estar sempre igual. Soa estranho, tendo em conta que, durante bastante tempo só o queria comprido mas, adoro cabelos curtos. Portanto, os Bob. Acho tão elegante (e sempre actual, nunca sai de moda) que só me apetece cortar o cabelo. O Long Bob parece-me a melhor opção porque não quero ficar com ele demasiado curto desta vez. Só acho que não vou acentuar muito o corte na parte de trás... Não defendo a ideia de que esta será a tendência para este ano, acho  sim que há cortes de cabelo intemporais, que estão sempre em voga e pessoas capazes, ou não, de arriscar fazer esses cortes. Considero-os clássicos. Há sim outros cortes, mais radicais, que podem gerar tendências e por norma são mais arriscados. Falo em risco porque, para a maioria das pessoas, o cabelo é sagrado. E percebo bem porquê. Leva bastante tempo a crescer e não estando ao nosso gosto, pode ser a principal razão de insegurança numa pessoa. Muitas mulheres que conheço, a maioria com cabelos bem compridos, não são capazes de cortar mais do que três ou quatro dedos, o que entendo pelo que já referi antes. No entanto, cortar o cabelo e mudar de imagem pode ser muito positivo e trazer todo um ar fresco e renovado. Pode ser mesmo o que estamos a precisar e sem saber, ou querer arriscar, continuamos a encher o armário de roupa à procura "daquilo" que queremos que mude. 
Muito importante, é preciso saber bem o que se pretende para poder explicar tim-tim por tim-tim à profissional, de forma a minimizar a possibilidade de ficar um desastre (a confiança com/na profissional faz muita diferença).
E vocês, já arriscaram fazer algum corte deste género? <3









Alterno entre estes dois.  


Adoro a franja! só não sei se será bem a minha cara.


Por outro lado, este é mais a minha praia.



Muito melhor, não acham?



Em Setembro de 2013 foi esta a maluquice que fiz. 
Vendo bem foi um grande corte!

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